E o bambu?

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Quando o USB surgiu a sensação de frustração, dúvida e temerosa curiosidade diante daquele misterioso orifício recordou muitos nerds de sua primeira experiência sexual. Por anos tínhamos o equipamento mas nada para usar com ele (sim, a metáfora sexual continua). As alternativas eram poucas e muito caras (ok, a metáfora foi mais longe do que eu imaginava).

O único periférico disponível era o mouse, mas pagar R$200,00 por um mouse apenas por ser USB? Qual a vantagem? Mesmo hoje em dia não há realmente nenhuma vantagem matadora em ter um mouse USB no lugar de um PS2, ou Bluetooth.

Com o tempo os periféricos surgiram, e hoje é impensável viver sem USB. Tudo funciona via USB, até Grill do George Foreman via USB é capaz de lançarem.

As inutilidades, claro, crescem. Até aqui o campeão havia sido o cachorrinho tarado, mas o Jardim Zen USB conseguiu superar. Vejam a coisa:

O vídeo está sem som, muito provavelmente de forma proposital, pois esse troço deve fazer um zunido irritante constante. Se bem que não é preciso se preocupar, da primeira vez que você esquecer que essa idiotice está ligada no seu notebok você irá levantar, puxar o note, arrastar essa cuba de água para cima de seu computador e tudo terminará em uma grande nuvem de componentes eletrônicos queimados.

A coisa, claro, é japonesa, e custa por volta de US$25,00.

E o bambu? Pergunta pro Sílvio Santos

Fonte: MeioBit

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