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Pelo menos este é o conselho de especialistas para aqueles que querem realmente “malhar melhor”.
Muitas pessoas acreditam que alongamentos antes do exercício “soltam” o corpo antes do exercício, mas agora pesquisadores acreditam que esses alongamentos são contra produtivos e, além disso, podem ser prejudiciais.
Alongamentos tradicionais (como tentar tocar os pés) acabam endurecendo ainda mais os músculos em vez de relaxá-los – exatamente o oposto do que você quer quando vai começar a fazer exercícios.
Os especialistas dizem que esse tipo de atividade é como puxar um pedaço de borracha. As chances de prejudicar um músculo são grandes.
Segundo Kieran O’Sullivan, professor de Educação Física da Universidade de Limerik, na Irlanda, o grande problema é que nós não fazemos os alongamentos na hora certa. Quando alongamos os músculos antes dos exercícios, eles são forçados e, por conseqüência, ficam contraídos. Isso causa uma grande dificuldade quando você quer se mover mais rápido ou fazer mais força. As chances de se machucar durante o exercício também aumentam.
O’Sullivan diz que alongamentos fazem bem, mas não devem ser feitos apenas antes do exercício e sim depois da malhação ou no fim do dia.
Ele compara os alongamentos com levantamento de peso. Você não deve levantar peso antes de fazer exercício, muito menos se alongar.
Nos últimos anos vários estudos mostraram que alongamentos antes do exercício fazem com que você fique mais fraco e mais lento. E analisando essas pesquisas, cientistas concluíram que pessoas que se alongam, ao contrário do que se achava, têm chances maiores de sofrer lesões durante o exercício.
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Por que há a crença de que seis pequenas refeições engordam menos do que três refeições mais fartas? A idéia por trás disso tudo é simples: um número maior de refeições estimula mais o metabolismo na hora da digestão e, como o organismo funciona mais vezes e mais rápido, ele queima mais calorias.
Alguns estudos exageram, sugerindo uma dúzia de lanchinhos por dia, mas, de acordo com especialistas, seis pequenas refeições é um número mais realista.
Mas não pense que dividindo a mesma quantidade de calorias por dia em mais refeições você irá perder peso. A idéia é fazer refeições menores e mais saudáveis, porém em maior número. Um estudo feito no Reino Unido separou pessoas obesas em dois grupos e, depois, os pesquisadores determinaram que metade dos gordinhos deveria fazer três refeições e a outra metade seis (mas, na prática, o número de calorias ingeridas pelos dois grupos era o mesmo).
O resultado mostrou que não houve diferença na perda de peso no final do estudo. Especialistas aconselham que, se você realmente quer aumentar seu metabolismo de forma garantida, deve investir em exercícios físicos.

A sua capacidade de resistir àquela sobremesa deliciosa — e carregadíssima de calorias — depende de quanto você considera que aquele alimento é uma ameaça, de acordo com um estudo realizado na Universidade do Texas, nos Estados Unidos. As pesquisadoras Ying Zhang, Szu-Chi Huang e Susan Broniarczyk estudaram técnicas que permitem às pessoas resistir a vários tipos de comida e outras tentações.
“Quatro experimentos nos mostraram que quando os consumidores encontram tentações que entram em conflito com objetivos que eles têm há muito tempo, uma técnica comum é exagerar a negatividade da tentação como uma maneira de resistir a ela”, explicam as pesquisadoras.
Em um estudo, por exemplo, participantes do sexo feminino deveriam estimar as calorias em um biscoito. Metade das mulheres foram informadas que tinham a opção de receber o doce como um agradecimento pela participação no estudo, enquanto a outra metade não sabia disso. Os resultados do experimento mostram que as mulheres com objetivos de emagrecimento mais fortes identificaram o biscoito como um alimento com mais calorias e mais danoso aos seus objetivos.
Em outro estudo, o mesmo mecanismo foi usado como ferramenta para o auto-controle. Em um experimento realizado com 93 estudantes universitárias, as pesquisadoras descobriram que estudantes com notas mais altas eram mais propensas a estimar a duração de uma festa hipotética, que tiraria mais tempo dos estudos. Estas alunas conseqüentemente anunciaram ter menos intenção de ir à festa, mas somente quando o objetivo acadêmico ficava claro.
As autoras do estudo também notaram que estímulos externos, como pôsteres, também podem sutilmente ativar os desejos de dieta em algumas pessoas, e fazer com que elas adotem o mecanismo de exagero. Em um estudo, mulheres foram expostas a imagens de modelos em forma, enquanto outras viram imagens de natureza. Aquelas que observaram as modelos exageraram mais na quantidade estimada de calorias de uma bebida que pretendiam beber – e consumiram menos da bebida.
“Esta construção distorcida da realidade pode acontecer quando as pessoas têm um conflito de auto-controle, e essa distorção, mais do que representações exatas, determina o consumo, ajudando as pessoas a resistir à tentação e a manter seus objetivos”, explicam as autoras.
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