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Porque os ossos estalam e os mitos por trás disso

Últimamente “eu tenho estalado” muito, as costas, ombros, dedos, pernas, tudo, toda a hora… Pesquisando sobre isso no Google, tive duas enormes surpresas:

Encontrar a resposta para minhas dúvidas no blog parceiro Zero Oitocentos, e descobrir que para o post, ele se bazeou no maior FDP enviador de SPAM da minha vida, o HypeScience.

Vamos aos fatos:

O concerto ocorre por causa de bolhas de gás que escapam das juntas, tendões e ligamentos estalantes, e fracas juntas artríticas.


As 5 palavras mais longas da língua portuguesa

1º - Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico (46 letras)
Numa lista de 10 grandes palavras, a campeã é uma doença, “oohhh”. Coitada da pessoa portadora desta, é até complicado comentar com os amigos o que é que de fato ela tem.

A palavra é relativa a pessoa portadora de uma doença pulmonar aguda causada pela aspiração de cinzas vulcânicas, a Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiose.

2º - Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiose (44 letras)

Praticamente um segundo troféu para o primeiro colocado, como citado acima, a Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiose é a doença da qual o Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico sofre.

3º - Paraclorobenzilpirrolidinonetilbenzimidazol (43 letras)

É uma substância presente em medicamentos como o Ultraproct, já imaginou um médico (com sua bela grafia) lhe receitando um medicamento desses?

4º - Piperidinoetoxicarbometoxibenzofenona (37 letras)

Trata-se de mais uma substância de uso médico, essa, presente em medicamentos como o Baralgin.

5º - Tetrabrometacresolsulfonoftaleína (35 letras)

É um composto químico utilizado como corante indicador. Tem uma aparência sólida, em forma de cristais. É de cor amarela pálida e é inodoro. Tóxico, deve-se evitar tanto a sua inalação, como o contato com a pele ou com os olhos.

Apenas por curiosidade, a tão difundida “Inconstitucionalissimamente” ficaria em 11º lugar nessa lista, e é sinônima de anticonstitucionalissimamente, um advérbio que designa o mais alto grau de inconstitucionalidade.

O que acontece quando você vira uma estrela-do-mar de cabeça para baixo?

Se você acha que besouros ficam ridículos com a barriga para cima, veja o que acontece com essa estrela-do-mar. Ela estava tranqüila, enterrada na areia, quando um mergulhador engraçadinho cruzou seu caminho.

Muitos não sabem, mas estrelas-do-mar são animais marinhos classificados como equinodermos (outros animais do filo são os ouriços-do-mar e holotúrias). Esses bichos são simétricos verticalmente.

A estrela-do-mar e alguns outros equinodermos possuem uma incrível capacidade de regeneração. Entre os biólogos corre um boato de que, há alguns anos, era prática comum de pescadores, que capturavam muitos desses bichos em suas redes, quebrá-los no antes de atirá-los de volta ao mar. A verdade é que, em vez de matar o bicho, isso aumentava incrivelmente a população deles, quebrados, viravam dois.

A forma com que se alimentam também é muito curiosa. Elas, por não terem dentes ou outra estrutura do gênero, lançam seu estômago para fora do organismo, só assim capturando seu alimento e já ingerindo a pobre criatura diretamente.

O fato é que, apesar de serem bonitas, como o vídeo mostra, elas não são muito inteligentes. As estrelas-do-mar não possuem cérebro – apenas um sistema nervoso ventral e ganglionar.

Fonte

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O que é a energia estática e como funciona?

A Energia estática é a carga elétrica de um corpo cujos átomos apresentam um desequilíbrio em sua neutralidade.

Quando a pessoa tem contato freqüente com máquinas elétricas, ela fica exposta ao campo magnético da eletricidade, tendo assim um alto acúmulo de energia estática. Esse fato aliado à baixa umidade do ar e ao tipo de material dielétrico do piso pode fazer com que haja um alto acúmulo de energia estática no corpo. Assim, quando uma pessoa com muita energia estática acumulada toca em outra com cargas elétricas diferentes, ocorre o descarregamento dessa energia, originando os pequenos choques.

As descargas elétricas ocorrem somente quando corpos de cargas diferentes se encontram, por isso, a sensação de choque é passageira, já que após tocar em uma pessoa e sentir o choque, os corpos se equilibram. A energia estática é produzida até mesmo por um simples arrastar dos pés. Outro fato interessante é que os caminhões de combustível sempre viajam levando uma corrente que fica em contato com o chão, justamente para descarregar e evitar o acúmulo da energia estática, pois senão o caminhão poderia correr um sério risco de explosão.

Para evitar essas pequenas descargas elétricas, profissionais que estão muito expostos a essa energia devem usar pulseiras especiais que descarregam as cargas elétricas com segurança, além de andarem descalços na terra eventualmente e usarem sapatos com materiais eletricamente isolantes.

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Como seus olhos podem trair você

Sabia que suas ações  podem ser previstas pelo movimento de suas pupilas?

Você já deve ter percebido que nossas pupilas dilatam quando estamos em um ambiente escuro e se contraem quando estamos em um lugar com muita claridade – como é, tecnicamente, um pequeno buraco, a pupila controla a quantidade de luz que entra em nossos olhos. Para enxergar em um ambiente com pouca luz, precisamos que uma quantidade maior de iluminação chegue a nossos olhos. Já, quando estamos em um lugar iluminado, precisamos de uma quantidade menor de luz para que não fiquemos cegos.

As pupilas também se dilatam quando estamos estressados. Esse reflexo é causado pela liberação de um hormônio no organismo, que também é liberado quando exercitamos a memória ou tomamos uma decisão.

Cientistas investigaram esse processo, pedindo para que voluntários escolhessem um de cinco números que apareciam em uma tela (por dois segundos, cada) e apertar um botão depois que a escolha havia sido feita. Aparelhos que monitoravam os olhos dos participantes indicaram que a pupila deles ficava maior justamente quando o número de sua escolha aparecia na tela. Então os pesquisadores conseguiram prever qual número seria o escolhido antes mesmo que o participante apertasse o botão indicando sua escolha.

Além de indicar suas decisões de antemão, o estudo da dilatação da pupila também pode ajudar pessoas que sofrem de paralisia e não conseguem se comunicar normalmente – pelo menos para indicar a resposta de perguntas simples.

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Por que sonhamos?

Se o sono é feito pra descansar o corpo e o cérebro pra quê existe o sonho? Já parou para pensar nisso? Pois bem, por mais que a gente sinta que o corpo e a mente precisam do descanso do sono, o cérebro na verdade continua ativo e funcionando, só que uma maneira diferente, claro!

Sempre que dormimos (principalmente o sono da noite), o nosso cérebro “fecha para balanço”. Quando adormecermos o cérebro passa a ignorar o que acontece do lado de fora (é por isso que conseguimos adormecer mesmo se a televisão estiver ligada) e a cada 90 minutos, em média, ele entra num período de intensa atividade interna, ativando em pleno sono, a regiões responsáveis por sensações, memórias e emoções. Nesse momento o sonho começa!

E a gente fica pensando: Por que o cérebro tem tanto trabalho se poderia estar repousando, como o resto do corpo? Bom, pesquisas recentes afirmam que a função do sonho é oferecer ao cérebro a chance de rever os acontecimentos mais importantes dos últimos dias, além e claro da oportunidade de experimentar saídas para os problemas e preocupações do dia a dia.

Esse mecanismo que temos para reprisar os acontecimentos marcantes é bem interessante, porém o mais do importante do sonho acontece quando o cérebro parece decidir, durante o sono, quais acontecimentos merecem ser registrados definitivamente. Isso mesmo: É durante o sono que o cérebro decide o que vai para a memória e o que não vai. E uma parcela desse registro acontece em outra parte do sono, sem sonhos. Mas nem aí o cérebro fica parado descansando: É nesta fase que ele produz novas proteínas, que vão ajudar a construir novas conexões entre as células do cérebro para guardar tudo na memória. E assim, com tantos “recortes” feitos pelo cérebro, muitas vezes lembramos de sonhos malucos, sem sentido, ás vezes com pessoas estranhas ou que não vemos há muito tempo.

Assim, pesquisadores acreditam que o sono juntamente com os sonhos são essenciais para que aprendizado do dia vá para a memória. É preciso dormir e sonhar para realmente aprender!

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Por que as baratas morrem viradas de costas?

barata

Você já viu uma barata morta na posição normal? Não? Pois bem, sempre que nos deparamos com esses insetos mortos (ou quase), eles estão virados de costas, com as patas para cima.

Uma das explicações para este fato é bastante simples: as baratas andam por paredes e superfícies verticais, e quando entram em contato com o veneno, caem de costas e permanecem nesta posição até morrerem.

Ok, mas e se elas estiverem no chão?

Bem, aí que entra a outra explicação. Como os órgãos respiratórios dos insetos se encontram em suas costas, quando a barata entra em contato como o veneno, o inseto se vira de costas justamente para poder respirar melhor e sobreviver frente ao efeito da substância venenosa.

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É possível fazer cócegas em si mesmo?

cocegas

Cócegas são processos neurológicos que colocam o corpo humano em estado de defesa mediante o estímulo recebido. Segundo cientistas, este mecanismo é uma forma de defesa natural que o homem adquiriu ao longo do tempo. Quer um exemplo? Se um inseto peçonhento passasse pelo nosso pé, sentiríamos os estímulos, isto é, as cócegas, e ficaríamos atentos ao perigo.

Ok, mas por que não somos capazes de fazer cócegas em nós mesmos?

Simples. Sabemos que as cócegas são reações de “alerta” mediante algum estímulo desconhecido. O que acontece é que, quando tentamos fazer cócegas em nós mesmos, nosso cérebro já está ciente dos movimentos e dos estímulos que iremos fazer, cancelando a resposta de defesa aos mesmos, ou seja, as cócegas. É por isso que não sentimos nada nesta condição.

[Por quê?] “Tira o cavalinho da chuva!”

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No século XIX, quando uma visita iria ser breve, ela deixava o cavalo ao relento em frente a casa do anfitrião e se fosse demorar, colocava o cavalo nos fundos da casa, em um lugar protegido da chuva e do sol. Contudo, o convidado só poderia por o animal protegido da chuva se o anfitrião percebesse que a visita estava boa e dissesse: “Pode tirar o cavalo da chuva”. Depois disso, a expressão passou a significar a desistência de alguma coisa.

Fonte

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Acreditou? Não sei se é verdade, mas é interessante, pelo menos…